Com aplicação de medidas restritivas, Governo do Estado propõe retomada de aulas presenciais

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Por meio de uma live promovida nesta quinta-feira, dia 27 de agosto, o governador Eduardo Leite (PSDB), propôs a retomada das aulas presenciais no estado. O planejamento consiste em apresentar um sistema conjugado de ensino presencial e remoto, que deve ser divulgado na próxima semana.

Ao utilizar como parâmetro as decisões anteriores, no dia 31 de agosto estava prevista a volta das aulas para os alunos de Educação Infantil. Já no atual momento, a proposta de Leite (realizada junto do secretário da educação, Faisal Karam) diz ter sido discutida desde a suspensão das atividades presenciais, em março. O secretário defende que a recapitulação do ensino presencial, depende do transporte dos estudantes, já que a limitação de uso de transportes públicos, é de 50% da ocupação total do veículo.

O projeto apresenta, igualmente, uma carga horária de três horas diárias, valendo para os períodos da manhã e tarde. “Os retornos deverão ser efetivados com todo cuidado possível. Estamos também, propondo a redução de turmas e horários, recreios intercalados e até a hora de entrada na escola”, informou o governador.

A base para chegar a uma decisão, deve ser discutida numa reunião, prevista para o dia 1º de setembro, terça-feira. Dentre os órgãos envolvidos na decisão, encontram-se: o comitê científico; Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs); prefeitos das 27 associações regionais; Ministério Público; Tribunal de Contas do Estado e a Procuradoria Geral do Estado (PGE). As secretarias de Apoio aos Municípios, Justiça e dos Direitos Humanos, Educação e Saúde, também participarão.

Do mesmo modo, na live realizada nesta quinta-feira (27), Leite deixou claro que o governo dará a devida assistência com os recursos voltados à internet. A proposta envolve um cadastramento das operadoras Oi, Vivo, Tim e Claro, com investimento de R$ 3,1 milhões, junto da Assembleia Legislativa, a qual aportou cerca de R$ 5,4 milhões em recursos do Parlamento.

 

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